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A Nossa Clínica

A nossa clínica especializada no microtransplante folicular recebe-vos em Lisboa (Portugal) para a sua intervenção segundo as normas europeias e realizada pela nossa equipa altamente qualificada e formada com as técnicas mais recentes.
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O NOSSO GUIA

do Paciente

Navegue nesta página e descubra todas as informações necessárias para o bom funcionamento do seu transplante capilar ou seus cuidados de beleza na clínica LHR.

As nossas instalações estão de acordo com as normas europeias mais exigentes. A nossa clínica é de fácil acesso e situa-se no centro de Lisboa, ficando apenas a 10 minutos do aeroporto.

A Clínica LHR de Lisboa é a única clínica francesa sediada em Portugal, exclusivamente dedicada ao transplante capilar «FUE».

O transplante capilar é a área mais complexa e mais exigente da cirurgia estética, mobiliza um efetivo médico considerável, requer a utilização de material de última geração e uma aprendizagem constante.
Optámos por concentrar todas as nossas competências no domínio do microtransplante folicular não invasivo, sem cicatriz e sem dor.

logo-fue-premiumAo desenvolvermos o método exclusivo «FUE PREMIUM», permite-nos oferecer aos pacientes europeus mais exigentes, uma densidade 10 vezes superior ao transplante capilar clássico, garantindo o seu conforto e segurança.

Este método destina-se a homens e mulheres e pode ser efetuado em qualquer idade sempre que a queda de cabelo esteja estável.

O método «FUE PREMIUM» sem marcas visíveis

sans-rasageOs cabelos deslocados sofrem um trauma e caiem em dez dias, geralmente com pequenas crostas presentes na superfície do couro cabeludo após o transplante. O couro cabeludo recupera, então, a sua aparência inicial até o terceiro mês consecutivo, depois os novos cabelos começam a crescer gradualmente, até ao 8º ou 10º mês, altura em que o resultado pode ser considerado como definitivo.

Nossos pacientes testemunham

  • Uma das minhas amigas decidiu ser operada em Marselha, infelizmente um ano após a intervenção ela teve de usar uma peruca, pois tinha menos cabelos do que antes do transplante. Caíram todos! Durante a minha consulta em Lisboa, solicitei esclarecimentos relativos ao caso da minha amiga e foi-me transmitido que o tratamento cirúrgico da alopecia feminina é mais complexo do que o da calvície masculina e que deve ser analisado por profissionais com formação na área. Pessoalmente estou bastante satisfeita com o resultado do meu transplante e voltei a sentir-me confiante. Para uma mulher não há nada mais importante do que os cabelos! O meu cabeleireiro nem acredita que fiz um micro transplante. Recomendo a clínica LHR a todos os que sofrem por ter pouco cabelo.–Sra. F de 49 anos (Marselha)

  • Tudo me corria mal antes do meu transplante capilar, não tinha namorada e não conseguia arranjar trabalho. Hoje em dia, estou feliz com a minha aparência e encontrei finalmente um trabalho. Nem queria acreditar quando o especialista me disse que não ia sofrer nada e que podia, ainda, visitar Lisboa no dia a seguir à intervenção. Lisboa é uma cidade magnifica! Vou programar uma 2ª sessão o mais breve possível para melhorar o resultado obtido na 1ª sessão e, desta vez, vou levar a minha companheira e ficaremos mais tempo para aproveitar a estadia. Agradeço a toda a equipa da clínica LHR! Vocês mudaram a minha vida.–Sr. B de 29 anos (Nantes)

  • Comecei a perder cabelo desde muito jovem e cedo recorri ao transplante capilar, mas na altura as técnicas eram bem diferentes das de hoje em dia, muito dolorosas e muito dispendiosas face a um resultado dececionante. Tenho várias cicatrizes visíveis e folículos muito grossos. Consultei vários cirurgiões que se recusaram a operar-me, dizendo que era melhor eu optar por uma prótese capilar. Tudo mudou quando enviei as minhas fotos para Lisboa, para a clínica LHR. Disseram-me que com a quantidade de pelos que restavam da minha área doadora e retirando alguns pelos do meu tronco poderiam ajudar-me a ter um aspeto estético normal. Além disso, fizeram-me uma espécie de tatuagem sobre a minha grande cicatriz (dermopigmentação) que depois ficou invisível. Se soubesse disto mais cedo, valeria mesmo a pena a deslocação. Agora já deixo que me tirem fotografias e já disse ao meu filho para não ficar à espera que lhe caiam os primeiros cabelos, pois predisponho-me a pagar-lhe uma intervenção na clínica LHH em Lisboa.–Sr. R de 65 anos (Saint-Étienne)

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